Dor de garganta após a remoção das amígdalas

Quem Tira As Amigdalas Tem Dor De Garganta

Mesmo com a retirada das amídalas é possível ter dor de garganta porque a cirurgia não vai impedir que ocorram laringites ou faringites – essas são inclusive causa mais frequente de dor de garganta .

INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES

Descanso e atenção: É importante que o paciente esteja calmo e tenha sempre alguém cuidando dele nos primeiros dias, especialmente no caso de crianças.

Febre e dor: É comum experimentar febre (37°C, 38,5°C), dores de garganta e ouvido, mas não é motivo para se preocupar, pois são sintomas temporários. Nestes casos, é recomendado tomar um analgésico específico. No entanto, evite pingar medicamentos ou óleos nos ouvidos.

Durante o dia da cirurgia, é possível ocorrer vômitos que contenham sangue. Se o sangue vomitado apresentar uma cor escura, não há motivo para preocupação. No entanto, se os vômitos forem frequentes e contiverem sangue vermelho vivo, é importante buscar orientação médica ou ir ao hospital.

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Dor de garganta é possível mesmo sem amígdalas?

Quando alguém passa por uma cirurgia para a remoção das amígdalas, é comum experimentar algum desconforto na região da garganta. Essa dor pode variar de moderada a intensa e geralmente é sentida não apenas na garganta, mas também atrás do nariz e nos ouvidos.

Durante o procedimento de retirada das amígdalas, os tecidos são cortados e removidos da área. Isso causa um trauma no local, que leva à inflamação e ao inchaço. Como resultado, a pessoa pode sentir dor ao engolir alimentos ou líquidos, bem como ao falar ou até mesmo respirar.

Além disso, o processo de cicatrização após a cirurgia também contribui para a sensação dolorosa na garganta. À medida que as feridas se curam, podem surgir crostas ou placas brancas no local onde as amígdalas foram removidas. Esses resíduos podem causar irritação adicional e aumentar o desconforto durante o período pós-operatório.

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P.S.: É importante ressaltar que cada indivíduo reage de forma diferente à cirurgia de remoção das amígdalas. Enquanto algumas pessoas relatam apenas um leve incômodo na garganta após o procedimento, outras podem enfrentar dores mais intensas. É fundamental seguir todas as orientações médicas pós-cirúrgicas para garantir uma recuperação adequada e minimizar qualquer desconforto associado à dor de garganta após a retirada das amígdalas.

Consequências de remover as amígdalas

No entanto, algumas pessoas podem ter problemas recorrentes nas amígdalas, como infecções frequentes ou dificuldade para respirar. Nesses casos, pode ser recomendada a remoção das amígdalas por meio de uma cirurgia chamada tonsilectomia.

– As amigdalase são responsáveis por proteger o corpo contra vírus e bactérias;

– Em alguns casos, pode ser necessário remover as amidgalase através da cirurgia tonsilectomia;

Função das amígdalas

Quando as amígdalas não estão funcionando corretamente ou causam problemas recorrentes, como inflamações frequentes (tonsilites) ou dificuldades respiratórias significativas, pode ser necessário removê-las cirurgicamente através da tonsilectomia. Essa intervenção é realizada por um médico especialista chamado otorrinolaringologista.

Após uma tonsilectomia, é comum que o paciente sinta dor de garganta durante alguns dias. Isso ocorre porque a cirurgia remove as amígdalas e causa uma ferida na região da garganta. No entanto, essa dor tende a diminuir gradualmente à medida que a cicatrização ocorre.

Diferença entre amigdalite e dor de garganta

O diagnóstico de dor de garganta é feito com base em diferentes fatores. Primeiramente, o médico irá avaliar o histórico do paciente, buscando informações sobre os sintomas apresentados e a duração da dor. Em seguida, será realizada uma inspeção visual da garganta para verificar se há sinais de inflamação nas amígdalas.

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Durante essa inspeção, também é possível observar a presença de pus nas amígdalas, que pode indicar uma infecção bacteriana. Além disso, o médico realizará a palpação dos gânglios linfáticos no pescoço para identificar possíveis alterações.

É importante ressaltar que as infecções virais costumam causar um inchaço maior nos gânglios linfáticos quando comparadas às infecções bacterianas. Isso ocorre porque os vírus tendem a estimular uma resposta imunológica mais intensa por parte do organismo.

P.S.: É fundamental buscar orientação médica caso você esteja enfrentando sintomas como dor de garganta persistente ou recorrente. Somente um profissional poderá fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado para cada caso específico.

Causa da dor ao engolir

O incômodo, em geral, é proveniente de dores de garganta, resfriados, gripes, irritação gerada pelo tempo seco, quadros alérgicos, episódios de tosse ou refluxo gastroesofágico. Porém, também pode indicar alguma disfunção durante o ato de engolir (deglutição), que é composto por várias etapas complexas.

Aqui estão algumas possíveis causas para a dor de garganta:

1. Infecções virais: como resfriados e gripes.

2. Infecções bacterianas: como amigdalite estreptocócica.

3. Irritação da garganta: causada por fatores ambientais como ar seco ou poluição.

4. Alergias respiratórias: reações alérgicas a substâncias presentes no ar.

5. Refluxo gastroesofágico: quando o ácido do estômago retorna ao esôfago e causa irritação na garganta.

6. Fumo passivo ou ativo: exposição à fumaça do cigarro pode irritar a garganta.

7. Uso excessivo das cordas vocais: gritar ou falar muito alto podem causar inflamação na região da garganta.

8. Doenças autoimunes: condições como lúpus ou síndrome de Sjögren podem afetar as glândulas salivares e causar desconforto na garganta.

9. Tumores nas vias respiratórias superiores: embora seja uma causa menos comum, tumores nessa região podem levar à dor de garganta persistente.